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Cinomose: como prevenir essa doença

Como é difícil escutar do veterinário que o nosso animalzinho está com Cinomose, não é mesmo? Já pensamos em várias coisas negativas… mas calma! Continue lendo esse artigo que vamos explicar melhor o que é essa doença, como ela acontece, como prevenir e o melhor: como tratar!

Afinal, o que é e como acontece a doença?

A Cinomose é uma doença frequente no mundo inteiro e já foi considerada fatal no século XX. É causada pelo vírus Morbilivirus, um tipo de vírus semelhante ao do Sarampo.

Acomete todas as idades e raças, mas tem maior prevalência em animais jovens de até 1 ano de idade. O contágio acontece de forma rápida e quando o PET é exposto ao vírus, a chance de se contaminar é muito alta.


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Sintomas da Cinomose

Existem 3 tipos de formas de apresentação dos sintomas: aqueles animais que não apresentam sintoma nenhum (assintomáticos), aqueles que apresentam poucos sintomas ou com baixa gravidade (subclínicos) e aqueles que apresentam as formas mais graves da doença (sintomáticos).

A apresentação de sintomas depende da cepa do vírus e da capacidade de resposta imunológica do cão. Geralmente animais contaminados que apresentam sintomas estão em fase de desmama, com baixa aquisição de anticorpos da mãe pelo leite materno e por consequência, baixa imunidade.

Estima-se que apenas 50% dos cachorros com Cinomose apresentam algum tipo de sintoma, tornando a doença uma das mais frequentes.

Fique atento aos sinais

Como é uma enfermidade que afeta vários sistemas do corpo, os sintomas podem ser:

  • Febre
  • Diarreia
  • Vômitos
  • Diminuição ou ausência total de apetite
  • Secreção nasal
  • Tosse
  • Respiração curta e dificultada,
  • Conjuntivite seca
  • Tremores musculares
  • Convulsões.

Os cachorros que não apresentam sintomas e sobrevivem a doença tornam-se resistentes e não propensos a pegá-la novamente.


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Como ocorre a infecção?

A transmissão da doença acontece pelo contato com espirros ou fluídos contaminados com o vírus, como por exemplo urina, fezes, sangue, placenta, entre outros. Aparece com maior frequência em estações mais amenas e frias do ano, como no outono e inverno.

Os cães infectados podem transmitir o vírus por meses, mesmo aqueles que não apresentarem sintomas clínicos. A Cinomose é passada de cão para cão, por isso há maior probabilidade de contágio em ambientes onde há aglomerações de animais.

Maneiras de prevenção

Por ser uma doença contagiosa, a vacinação do filhote no desmame é necessário e altamente recomendada como rotina básica de cuidados. Atualmente, a enfermidade é controlada com a vacina, porém, mesmo em ambientes controlados, há animais que podem se infectar e apresentar os sintomas, já que a vacina não garante 100% de imunidade.

Apesar de não haver a garantia total, a vacinação ainda é o melhor método de prevenção da doença. O ato de não vacinar pode aumentar as chances em 100 vezes de contaminação pelo vírus.


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Como diagnosticar a doença?

O diagnóstico da Cinomose é difícil e usualmente realizado por análise dos sintomas clínicos, estudo do histórico do cão e exames laboratoriais complementares, como hemogramas, pesquisas de anticorpos e achados específicos. Todos esses exames são pedidos pelo médico veterinário na consulta.

Se o PET apresentar sintomas e não for levado rápido ao veterinário para possível diagnóstico a doença pode se tornar letal, afetando o sistema nervoso e ocasionando convulsões.

Como tratar a Cinomose?

O protocolo de tratamento da Cinomose depende dos sintomas que o PET apresentar. Existem diversos tratamento com medicamentos antivirais, como a Ribavirina, que tem se mostrado eficazes para a contenção e estabilização da doença. Os medicamentos antivirais impedem a multiplicação do vírus no corpo.

Ainda podem ser utilizadas vitaminas do Complexo B, suplementos para manutenção da imunidade e melhoria da resposta do organismo do animal.

Podem ser administrados antibióticos para prevenção de doenças secundárias respiratória ou digestiva, ativos para promover o apetite e também medicamentos para controle da febre, dor, tremores e convulsões.

Para todos os tratamentos, é fundamental o acompanhamento de um veterinário para analisar os sintomas e prescrever os medicamentos específicos para cada paciente.

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