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Você sabia que os gatos também tem dores na coluna?

Os felinos são verdadeiros acrobatas e apresentam bastante flexibilidade, por isso é muito importante que você tutor, entenda que eles também podem apresentar dores na coluna. O desgaste na medula espinhal acometem os gatos, justamente por serem ativos e realizarem muitos movimentos bruscos, pulos e quedas. Estas enfermidades podem causar fortes dores e comprometer a locomoção, com a possibilidade de ocorrer até paralisia parcial ou total.

Com o passar da idade, os felinos apresentam com maior frequência e intensidade os problemas na coluna. Apesar dos gatos idosos serem mais tranquilos e reduzirem bastante sua atividade física, podem apresentar problemas agudos e ainda evoluir em muitos casos para problemas crônicos e degenerativos.

Os tipos de problemas na coluna se concentram na região cervical, próximo ao pescoço, na região toracolombar ou também na região sacral, mais próxima a cauda e patas traseiras do animal. Todas possuem suas especificidades e merecem cuidados.

Quer saber mais sobre os problemas de coluna dos gatos? Continue a leitura!

 Principais causas

Os problemas de coluna do seu bichano podem ocorrer por diversas causas. Quando a identificação dos primeiros sinais acontece de forma precoce, pode evitar futuras complicações. As principais causas estão relacionadas as regiões acometidas e podem ocorrer:

  • Na medula espinhal: lesões agudas ou crônicas;
  • Nas vértebras: traumatismos devido a quedas ou acidentes;
  • No sistema vascular: embolismo fibrocartilaginoso.

É importante ficar atendo as mudanças repentinas no comportamento do seu animalzinho para auxiliar o diagnóstico do médico veterinário. Relatar de forma clara todas as informações podem ser cruciais para garantir um diagnóstico mais rápido e assegurar a recuperação do animal. Desta forma, se seu gato pulou de uma altura considerável e logo após começou a apresentar dificuldades de locomoção, leve ao veterinário para uma avaliação.


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Problemas na coluna e os principais sinais

Ao sofrer com qualquer problema na coluna, o seu gato começará a mostrar alguns sinais clínicos bastante evidentes. Por se tratar de um desconforto potencialmente grave, é importante estar atento aos seguintes sintomas:

  • Diminuição dos movimentos (animal dorme por mais tempo);
  • Dificuldade para se locomover, de forma rígida;
  • Coluna com pouca movimentação, arqueada ou curva;
  • Diminuição do apetite;
  • Vocalização – podem apresentar miados fora do comum, sinal de dor presente;
  • O animal não sobe ou desce em locais que antes costumavam;
  • Em casos mais graves, não permitem que sejam tocadas e/ou apresentam quadro de agressividade.

Vale lembrar que dependendo da região afetada, seja cervical, toracolombar ou região do sacro, os sintomas podem variar. Estes são alguns sinais clínicos que podem ser associados a qualquer região afetada. Por isso,  somente o médico veterinário, através de um minucioso exame clínico neurológico e radiografias, conseguirá dar o diagnóstico mais preciso.

Como prevenir?

Os problemas de coluna geralmente são difíceis de evitar, pois podem ocorrer devido a algum acidente ou se desenvolver de forma natural pela idade avançada. Porém, algumas dicas podem ajudar a diminuir as chances de lesão.


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Os gatos são extremamente independentes e necessitam se movimentar, por isso é difícil controlá-los nesse sentido. Mas é importante fazer o que for possível para prevenir e assim garantir um futuro mais tranquilo e saudável para seu companheiro.

A escolha por móveis mais baixos, pisos de carpete ou menos escorregadios são ótimas estratégias para evitar problemas futuros. Outra dica é o adestramento para gatos, uma área que vem crescendo bastante nos últimos anos e pode ajudar seu companheiro a ser mais obediente e gastar sua energia de forma mais segura também.

Qual o tratamento para problemas na coluna?

Como as causas destes problemas são muito amplas e variam desde pequenos traumas até doenças degenerativas que podem paralisar o animal, o tratamento deverá ser indicado e acompanhado por um veterinário conforme cada caso.

O tratamento com medicamentos específicos é feito geralmente em casos agudos para minimizar a dor do animal. Em casos já crônicos, estes medicamentos podem ajudar a preservar o bem-estar e evitar crises ou até mesmo o agravamento do quadro.


(+) Veja mais: Doenças neurológicas: aprenda a entender os sinais


A cirurgia pode ser indicada em alguns casos, principalmente quando as lesões são ocasionadas por acidentes ou quedas. No período pós cirúrgico é imprescindível continuar o tratamento e tomar os devidos cuidados para a recuperação do animal, muitas vezes o veterinário pode indicar a fisioterapia ou outras terapias complementares.

Atualmente algumas terapias e procedimentos já utilizados em humanos estão sendo cada vez mais aplicados nos animais, com ótimos resultados. Essas terapias complementares como a fisioterapia, acupuntura, reiki e entre outras, tem se mostrado ótimas alternativas para auxiliar o tratamento medicamentoso.

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