Mundo Animal

Pulgas e carrapatos: por que a prevenção é tão importante?

Além do desconforto, da coceira e do estresse que as pulgas e carrapatos podem causar nos pets, existe outra razão pela qual esses parasitas devem ser combatidos: as doenças que eles podem transmitir para os animais de estimação. Por isso, a prevenção ou, quando necessário, o início rápido de um tratamento são tão essenciais. 

 

A dra. Mônica de Carvalho Ribeiro, veterinária da DrogaVET, alerta que as picadas das pulgas podem causar dermatite alérgica em animais sensíveis, desencadeando feridas, descamação, queda de pelos e até infecções na pele dos pets. Mas não são apenas problemas dermatológicos que podem surgir nos animais: de acordo com a veterinária, a infestação por pulga pode causar anemia. “Quando há grande infestação e as pulgas se alimentam por muito tempo do sangue do animal, o desenvolvimento de quadros de anemia é comum, provocando falta de apetite e diminuição da vitalidade do animal”, explica a veterinária. Além disso, as pulgas também são vetores do Dypilidium, popularmente conhecido como tênia, e caso o animal faça a ingestão do parasita contaminado pelo verme, ocorre infecção, perda de peso, irritabilidade e vômitos. 

 

As doenças transmitidas pelos carrapatos são ainda mais numerosas. “Os carrapatos podem causar a Erliquiose, doença que afeta as hemácias e plaquetas do sangue; a Babesiose, que causa infecção dos glóbulos vermelhos dos cães; a Doença de Lyme, que sem o tratamento correto pode evoluir para uma doença renal grave; e a Hepatozoonose Canina, causada pela ingestão do carrapato”, descreve a dra. Mônica Ribeiro. A veterinária também alerta para as patologias mais comuns entre os gatos. São elas: Citauxzoonose, uma doença de difícil tratamento, que causa depressão, anemia, febre alta, icterícia e dificuldade em respirar, e Tularemia, que apresenta sinais como febre elevada, inchaço dos gânglios linfáticos e abscessos. 

 

Como acabar com as pulgas e carrapatos? 

 

Felizmente, existem várias possibilidades de medicamentos que garantem a proteção dos pets contra parasitas. Para quem prefere praticidade, os comprimidos são uma ótima escolha, que controla e previne a infestação. Já para aqueles animais que não apresentam o peso ou idade adequada para utilizar o medicamento oral, a opção pour on é uma boa alternativa, assim como para cães das raças Collie e Pastores, que apresentam restrições a algumas medicações antiparasitárias de uso oral. “É possível associar os medicamentos de uso tópico e oral quando há infestação massiva dos ectoparasitas, para assim interromper o ciclo no animal. Também é importante providenciar a limpeza e tratamento do ambiente, pois sabemos que cerca de 95% dos parasitas estão no ambiente e apenas 5% nos animais”, acrescenta a médica veterinária.

 

Na DrogaVET, os medicamentos para pulgas e carrapatos são manipulados na dose certa para cada animal e, no caso dos medicamentos de uso oral, é possível escolher entre formas farmacêuticas e sabores que facilitam a administração. 

 

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