O cachorro da raça Pequinês é um cão de pequeno porte, de origem chinesa, conhecido pelo corpo compacto, pelagem longa e focinho curto típico de raças braquicefálicas. Ele é leal, corajoso e muito apegado à família, se adaptando bem a ambientes internos, desde que receba cuidados específicos com olhos, pelagem e respiração.
Ao longo do conteúdo, você vai entender a origem do Pequinês, suas características físicas e comportamentais, principais cuidados de saúde e alimentação. Também verá pontos de atenção na rotina, problemas de saúde comuns e como o suporte veterinário, aliado a tratamentos personalizados, faz diferença na qualidade de vida da raça.
Origem histórica do Pequinês
O Pequinês é um cão de origem chinesa milenar, criado por séculos como cão da nobreza e símbolo de status na corte imperial. A raça chegou ao Ocidente principalmente no século XIX, quando exemplares foram levados para a Inglaterra e passaram a ser reproduzidos em canis europeus.

Lendas populares chinesas associam o Pequinês a um “pequeno leão”, explicando sua aparência e postura altiva. Esse histórico reforça o perfil da raça: um cão pequeno, mas com forte personalidade, que ainda hoje transmite uma certa “realeza” na convivência com a família.
Características físicas do cachorro Pequinês
O cachorro Pequinês tem porte pequeno, corpo robusto, peito largo e membros curtos, o que lhe confere uma estrutura compacta. A cabeça é larga, com olhos grandes e escuros, focinho curto e achatado, orelhas em formato de coração e cauda inserida alta, curvada sobre o dorso.
A pelagem do Pequinês é longa, densa e com subpelo, formando uma espécie de “juba” ao redor do pescoço, reforçando o visual de pequeno leão. As cores podem ser variadas, incluindo tons sólidos e combinações bicolores, muitas vezes com máscara escura no rosto.
Tipos de Pequinês
Não existem tipos oficiais de Pequinês, como “mini” ou “gigante”: a raça é reconhecida em um único padrão, com pequenas variações de peso dentro do porte pequeno. O que muda, na prática, são detalhes como abundância de pelagem, formato do focinho e distribuição de cores, sem alterar o padrão da raça.
Ao escolher um filhote, o foco deve estar em saúde, histórico do canil, exames e acompanhamento veterinário, mais do que em diferenças estéticas sutis. Isso ajuda a reduzir o risco de problemas estruturais e respiratórios, relativamente frequentes na raça.
Comportamento do cachorro Pequinês
O comportamento do Pequinês é marcado por coragem, lealdade e forte vínculo com a família, geralmente com um tutor de referência. Ele tende a ser carinhoso com quem conhece, mas pode ser reservado com estranhos, mantendo-se atento ao ambiente.
Mesmo pequeno, o Pequinês costuma latir para avisar novidades, funcionando como um bom “cão de alerta” dentro de casa. Socialização desde filhote, com pessoas e outros animais, e uso de reforço positivo no adestramento ajudam a lidar com traços de teimosia e independência típicos da raça.
Saúde do Pequinês
De modo geral, o Pequinês é um cão que pode ter boa longevidade, mas apresenta predisposição a problemas ligados à braquicefalia (focinho achatado) e ao porte pequeno. Entre os pontos de atenção estão dificuldades respiratórias, questões oculares, alterações na coluna e articulações, além da tendência à obesidade.
Check-ups periódicos, vacinação, controle de parasitas e acompanhamento de peso são essenciais para manter a saúde em dia. Em muitos tratamentos, o veterinário pode optar por medicamentos e suplementos manipulados, com doses ajustadas ao peso do Pequinês, algo que farmácias como a DrogaVET oferecem com foco em precisão e palatabilidade.
Alimentação do cachorro Pequinês
O Pequinês precisa de uma alimentação equilibrada, adequada ao porte pequeno e à fase de vida, com atenção especial ao controle calórico para evitar sobrepeso. Rações de boa qualidade, com proteínas de alta digestibilidade, gorduras saudáveis e fibras, ajudam na manutenção da energia, saúde intestinal e aparência da pelagem.
Em cães com predisposição à obesidade, problemas articulares ou digestivos, o veterinário pode recomendar alimentos específicos, além de suplementação com ômega e condroprotetores. Essas fórmulas podem ser manipuladas sob medida, em formatos mais fáceis de administrar para cães pequenos, contribuindo para melhor adesão ao tratamento.
Expectativa de vida do Pequinês
A expectativa de vida do Pequinês costuma ficar entre 12 e 15 anos, variando conforme genética, rotina de cuidados, alimentação e prevenção de doenças. Cães que fazem check-ups periódicos, mantêm o peso sob controle e recebem tratamento adequado para problemas respiratórios ou ortopédicos tendem a viver mais e melhor.
O suporte com medicamentos e suplementos personalizados, ajustados ao peso e à idade, também é uma estratégia importante para manejo de doenças crônicas ao longo da vida da raça.
Convivência com o cachorro Pequinês
O Pequinês é um cão de companhia que se adapta muito bem à vida em apartamentos e casas menores, desde que não fique isolado por longos períodos. Ele prefere ambientes tranquilos e rotinas previsíveis e tende a conviver melhor com crianças que já entendem a importância de respeitar seus limites.
Na rotina, são fundamentais escovação frequente, limpeza da região dos olhos e focinho e cuidado com o calor. Para tutores que precisam administrar mais de um medicamento ou suplemento, a manipulação pode reunir ativos compatíveis em uma única fórmula, facilitando o dia a dia de convivência.
Atividades recomendadas para o Pequinês
O Pequinês não é um cão de alta energia, mas precisa de atividades leves e regulares para manter saúde física e mental. Caminhadas curtas em horários frescos e brincadeiras dentro de casa costumam ser suficientes para a maioria dos cães da raça.
Por ser braquicefálico, o Pequinês deve evitar exercícios intensos, corridas longas e exposição prolongada ao calor. Brinquedos interativos e enriquecimento ambiental ajudam a gastar energia de forma segura e estimulam o lado inteligente e observador do cão.
Problemas de saúde comuns no Pequinês
Os problemas de saúde mais comuns no Pequinês incluem síndrome braquicefálica, colapso de traqueia e obstruções respiratórias, que podem causar tosse, dificuldade para respirar e ruídos na respiração. A raça também é suscetível a doenças oculares (como úlcera de córnea, catarata e alterações palpebrais), além de luxação de patela, hérnias de disco, dermatites e alergias de pele.
A prevenção envolve controle de peso, ambientes frescos, higiene adequada da face e acompanhamento frequente pelo médico-veterinário. Em muitos casos, o uso de colírios, medicamentos orais e suplementos manipulados é essencial, e farmácias como a DrogaVET permitem ajustar doses e sabores para facilitar a administração ao Pequinês.
Preço do cachorro Pequinês
O preço de um filhote de Pequinês em canis especializados pode variar bastante, de acordo com pedigree, linhagem, estrutura física e reputação do criador. Filhotes de linhagens selecionadas e com histórico de campeões tendem a ter valores mais altos, refletindo maior investimento em genética e manejo.
Além do valor de compra, é indispensável considerar custos fixos com alimentação de qualidade, consultas, vacinas, exames, higiene e eventuais tratamentos, sobretudo por ser uma raça com predisposição a alguns problemas específicos. No planejamento financeiro, vale incluir possíveis gastos com medicamentos e suplementos manipulados, que muitas vezes são parte importante do cuidado contínuo com o Pequinês.
Curiosidades sobre o Pequinês
O Pequinês é considerado uma das raças de cachorro mais antigas do mundo e esteve por muito tempo restrito à família imperial chinesa. A raça ficou ainda mais famosa após alguns exemplares chegarem à realeza britânica no século XIX, ajudando a popularizar o “cão-leão” na Europa.
Outra curiosidade é que há relatos de um Pequinês entre os poucos cães que sobreviveram ao naufrágio do Titanic, reforçando a aura de cão nobre e resistente. Hoje, o Pequinês segue conquistando tutores que buscam um companheiro pequeno, com história rica e personalidade marcante.